Julho Amarelo: ações de combate às hepatites virais serão intensificadas em Feira de Santana

Em alusão ao Julho Amarelo, mês de prevenção e combate às hepatites virais, a Secretaria Municipal de Saúde em Feira de Santana vai intensificar atividades educativas, vacinação e testes rápidos nas Unidades de Saúde da Família (USFs). A abertura da campanha foi realizada na manhã dessa quarta-feira (4), na sede do Programa Municipal de Hepatites, localizado no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Lêda (CSE), no centro da cidade.

Entre as ações a serem realizadas está a mobilização no dia D, 28 de julho, Dia Mundial de Luta contra as Hepatites, que será marcado com testes rápidos, distribuição de preservativos e vacinação gratuita no Estacionamento da Prefeitura Municipal, das 8h às 12h. Outras atividades também serão realizadas durante o mês de julho no Centro de Atenção ao Diabético e Hipertenso (CADH), no Centro de Convivência Dona Zazinha Cerqueira e no Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua.

Hepatites A e C tem cura; diagnóstico precoce favorece resultado

“Durante todo o mês estaremos reforçando o diagnóstico da doença e encaminhando os casos positivos para tratamento. É importante a população compreender que hepatites A e C tem cura e quanto mais precoce o diagnóstico, melhor será a resposta ao tratamento”, ressalta a referência técnica Telma Nandiara Barbosa.

A hepatite é uma doença silenciosa adquirida através do contato sanguíneo com uma pessoa infectada e por meio de relação sexual sem preservativo. Só em Feira de Santana, 2.357 pessoas portadoras de hepatite são acompanhadas pelo Programa Municipal. Dessas, 212 fazem tratamento contra hepatite B, que não tem cura.

Medidas de higienes são importantes para evitar o contágio com a doença, como não compartilhar seringas, lâminas de barbear e alicates não esterilizados. A vacina também é uma medida de prevenção disponibilizada para as hepatites A e B gratuitamente. Já o tipo C da doença não possui vacina. Feira de Santana tem trabalhado sob orientações do Ministério da Saúde para erradicação do problema até 2030.

Com informações do site da Prefeitura Municipal.

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