Perícia na passarela do colégio Helyos vai custar mais de R$ 23 mil

A obra de instalação de uma passarela no Colégio Helyos foi suspensa pela Prefeitura em novembro de 2017. (Foto: policiaeviola.jornalfolhadoestado.com.)

A Prefeitura de Feira de Santana e o Colégio Helyos estão sendo notificados pela Justiça para que se manifestem acerca da proposta de honorários do engenheiro civil, indicado para a realização de uma perícia na obra interditada da escola. O engenheiro Arival Guimarães Cidade apresentou proposta no valor de R$ 23.300, para a realização da perícia. A proposta apresentada por ele descreve todo trabalho, além de avaliar se o equipamento tem segurança quanto aos aspectos físicos e técnicos do empreendimento.

O engenheiro Arival Guimarães Cidade apresentou proposta no valor de R$ 23.300, para a realização da perícia

O juiz Gustavo Hungria, da 2ª Vara da Fazenda Pública, abriu vistas às partes para que se manifestem quanto ao valor dos honorários do engenheiro civil Arival Cidade. A Prefeitura está sendo representada na ação pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano.

A obra de instalação de uma passarela no Colégio Helyos foi suspensa pela Prefeitura em novembro de 2017. O colégio vem tentando na Justiça a liberação da obra, que interliga dois prédios da instituição. Ano passado, a direção do colégio conseguiu evitar que a estrutura já colocada no local fosse retirada. O juiz Gustavo Hungria manteve a suspensão da obra, mas determinou que os equipamentos não fossem retirados, como pretendia a Prefeitura.

Na ação judicial, a direção do Colégio Helyos afirma que requereu a Prefeitura, em 22 de agosto de 2016, junto à Secretária Municipal de Desenvolvimento Urbano, licença para instalação dos equipamentos de mobilidade. Mas somente um ano e dois meses, a Secretaria recusou-se a deliberar sobre a instalação das passarelas. A obra foi interditada em 6 de novembro de 2017.

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