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Moradores da Santa Mônica pedem providência à Via Bahia por causa de estrada; caso continua na Justiça

Moradores das ruas Canto das Árvores, Canto das Rosas e Canto das Flores, localizadas no bairro Santa Mônica, em Feira de Santana, estão sendo prejudicados por uma série de problemas  causados por causa de uma estrada que é utilizada como desvio para veículos pesados.

Segundo relatos dos moradores, a rua próxima ao posto Cajueiro está sendo utilizada constantemente por carretas para desviar de engarrafamentos na avenida Eduardo Fróes da Mota (Anel de Contorno). De acordo com eles, toda vez que o acesso ao viaduto Portal do Sertão está congestionado, os motoristas trafegam pela rua com veículos contendo cargas pesadas e até perigosas, desrespeitando a via urbana.

Com o tráfego intenso de caminhões, carretas e ônibus, a via não possui mais asfalto e provoca abalos nas estruturas das residências, além de muita poeira. Estabelecimentos comerciais também são prejudicados e é necessária a limpeza várias vezes ao dia. Quem sofre com problemas de saúde já pensa em vender seu imóvel por conta da falta de uma solução.

Um dos moradores ingressou com uma ação na Justiça, questionando a concessionária ViaBahia, que não realiza a colocação de uma asfalto para minimizar a situação da poeira, que afeta princialmente os idosos, tampouco a colocação de uma sinalização proibindo a passagem de veículos pesados pelo local. Em resposta à ação, a concessionária declarou desconhecer as informações citadas no processo pelos queixosos, mas a reportagem do Subaé Notícias foi até o local e constatou o problema que a comunidade enfrenta e ouviu suas queixas.

Em pronunciamento na manhã desta terça-feira (6), no plenário da Câmara Municipal, o vereador Edvaldo Lima agradeceu ao moradores que estiveram cobrando providências ao poder público e intervenção dos edis.

“ Os problemas citados cabem uma resolução da Via Bahia, por causa da estrada, além da Secretaria de Meio Ambiente, pois caminhões com produtos químicos circulam nos logradores de forma irregular. Os caminhões de grande porte acabam causando a rachaduras nas casas daquela região, além da intensa poeira que traz problemas de saúde para as pessoas”, relatou.

Um comerciante disse para a reportagem que seu custo com água subiu, pois tem que molhar sempre a porta da loja, enquanto o proprietário de uma loja de carros expõe os automóveis e em menos de uma hora, os veículos estão cobertos de poeira.

Uma idosa lamenta a sua condição, pois vive em uma maratona incessante em limpar a residência que fica empoeirada.

O representante comercial Juarez Costa, também prejudicado com a situação, reivindica o calçamento do local,  sinalização e proibição de veículos pesados através das entidades de trânsito, pois é de perímetro urbano. Cobrou também a presença de agentes da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) e outros órgãos fiscalizadores.

Blog Central de Polícia, com informações de Denivaldo Costa.

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