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Ministério da Agricultura manda Backer recolher todas as cervejas da marca e suspender venda de produtos

A medida abrange qualquer rótulo da cerveja, além dos chopes, fabricado entre outubro de 2019 e esta segunda-feira (13).

O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) afirmou nesta segunda-feira (13) que intimou a cervejaria Backer a realizar recall de todas as cervejas e chopes da empresa e também suspender a venda de qualquer produto da marca até que seja descartada a possibilidade de contaminação de demais produtos.

A medida abrange qualquer rótulo da cerveja, além dos chopes, fabricado entre outubro de 2019 e esta segunda-feira (13). Na noite desta segunda-feira, a determinação já era cumprida em um supermercado de Belo Horizonte. A retirada de cervejas das prateleiras foi flagrada pela reportagem.

De acordo com o Mapa, foram apreendidos 139 mil litros de cervejas já engarrafadas e 8 mil litros de chope. Na última sexta-feira (10), técnicos do ministério estiveram no local e interditaram a fábrica da Backer. O restaurante da cervejaria, na mesma área, no bairro Olhos D’água, Região Oeste de Belo Horizonte, funcionou normalmente durante o fim de semana.

“O Ministério da Agricultura já realizou a apreensão das cervejas disponíveis na cervejaria na sexta feira (10/01), o recall acontece e é essencial para preservar a saúde dos consumidores e minimizar o risco desta situação”.

De acordo com o site da empresa, 21 rótulos são fabricados pela Backer, são eles:

Backer Pilsen, Cerveja Trigo, Cerveja Pale Ale, Cerveja Bronw, Medieval, Pele Vermelha, Bravo, Exterminador de Trigo, Três Lobos, Capitão Senra, Corleone, Tommy Gun, Diabolique, Pilsen Export, Backer Bohemian Pilsen, Julieta, Backer Reserva do Propietário, Fargo 46, Cabral, Belorizontina e Cacau Bomb.

Em nota, a Backer informou que A Backer informa que “a medida de recall solicitada pelo Ministério da Agricultura está sendo objeto de apreciação judicial para revogação do ato”. A cervejaria informou ainda que não faz uso do dietilenoglicol em seu processo produtivo e que “o episódio apurado pelas autoridades limita-se ao lote Belorizontina, não tendo qualquer relação com os demais rótulos da empresa, que possui processos autônomos de produção”.

Fonte: G1

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