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Macaulay Culkin fala sobre acusações de pedofilia envolvendo Michael Jackson

Macaulay Culkin começou a passar tempo com Michael Jackson quando tinha 10 anos de idade e Michael tinha 32. À luz do documentário Leaving Neverland, o ator decidiu falar sobre a amizade com o cantor na edição de março da revista Esquire, da qual foi capa.

“Olha, vou começar com essa fala – que não é uma fala, é a verdade: Ele nunca fez nada comigo. Eu nunca o vi fazer nada. E especialmente neste momento, eu não teria nenhum motivo para esconder algo”, esclareceu.

“O cara está morto. Não vou dizer que seria estiloso ou algo do tipo, mas agora seria um bom momento para falar. E se eu tivesse algo para falar sobre isso, eu totalmente faria isto. Mas não, eu nunca vi nada; ele nunca fez nada”, diz em referência às acusações de que o ‘rei do pop’ teria cometido atos de pedofilia contra crianças e adolescentes que frequentavam Neverland.

Macaulay continuou a entrevista contando uma história. “Aqui está uma história boa sobre Michael Jackson que não envolve Michael Jackson de forma alguma: eu encontrei James Franco em um avião. Eu já tinha esbarrado com ele duas ou três vezes ao longo dos anos. Eu acenei para ele enquanto nós estávamos guardando nossas malas. Ei, como você está? Bem, e você? E isso foi logo após o lançamento do documentário, e ele começou, ‘Então, aquele documentário!’ e isso foi tudo que ele disse. Eu fiquei tipo, ‘Aham’. Silêncio. Então ele continua. ‘Então, o que você acha?’ e eu me virei para ele e disse, ‘Você quer falar sobre seu amigo morto?’ e ele respondeu timidamente ‘Não, eu não quero.’ Então eu disse ‘Legal, cara, foi legal ver você’.”

Macaulay já defendeu a diferença de idade de 22 anos na amizade entre ele e Michael em outras ocasiões. Em participação no podcast Inside of You, em janeiro de 2019, ele chegou a dizer que a amizade dos dois começou porque o cantor se identificava com a trajetória de sua carreira.

“Ele me procurou porque muitas coisas grandes estavam acontecendo muito rápido comigo. E eu acho… Sim, eu acho que ele se identificava com isso. Quero dizer, no final das contas, é quase fácil tentar dizer que isso era ‘esquisito’ ou o que seja, mas não era, porque fazia sentido. Tipo, nós éramos legítimos… No final das contas, nós éramos amigos – da maneira mais simples”, declarou.
Ele também ressaltou características da personalidade de Michael que ficavam inacessíveis ao público. “Para mim, é normal e mundano. Eu sei que é algo grande para todo mundo, mas para mim era uma amizade normal. […] Ele era incrível. Ele era hilário. Ele era doce. As pessoas não sabem quão engraçado ele era”, acrescentou.

O cantor, que ficou conhecido como o rei do pop, enfrentou acusações de pedofilia durante a vida. O documentário Leaving Neverland é narrado por dois homens, agora com 30 anos de idade, contando a história de como foram sexualmente abusados por Michael Jackson quando tinham entre 7 e 10 anos de idade. Lançado em 2019, a família do artista chegou a abrir processos por difamação.

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