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Convocação na pandemia atrai milhares de mesários voluntários para eleições

A inseminação consiste em alimentar as máquinas com informações sobre eleitores e candidatos (Foto: Anna Valéria/TV Bahia)

Máscaras, protetor facial e frasco individual de álcool em gel e de álcool para a limpeza de superfícies. Esse é o conjunto de equipamentos que os mesários das próximas eleições municipais, em novembro, vão receber para se proteger da pandemia do novo coronavírus no dia de votação.

Os novos protocolos da Justiça Eleitoral para as votações também envolvem distanciamento de pelo menos um metro dos eleitores. Além disso, para evitar o contato excessivo com superfícies por mais de uma pessoa, o documento de identificação dos eleitores deixa de ser entregue em mãos ao mesários, que devem apenas lê-lo dentro dessa distância permitida.

Diante do cenário de pandemia, aqueles com mais de 60 anos de idade podem pedir dispensa do trabalho como mesário. Por isso, para preencher essas vagas, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou uma campanha para que pessoas fora dos grupos de risco sejam mesários voluntários das eleições —a convocação termina nesta quarta-feira (16).

Segundo o TSE, os primeiros dados da convocação mostram que o número de voluntários inscritos já supera o total de voluntários das eleições anteriores em alguns estados. Neste ano, por exemplo, 159.461 moradores do estado de São Paulo já se inscreveram como voluntários de acordo com o TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Em 2018, foram 154.469 e, em 2016, 99.343.

Os cerca de dois milhões de mesários pelo país passarão por um treinamento, que será acessado pelo portal de educação a distância do TSE e pelo aplicativo da Justiça Eleitoral, disponível para sistemas operacionais iOS e Android.

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