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Filho de prefeito tem prisão domiciliar concedida

A Justiça determinou a prisão domiciliar de Markson Monteiro de Oliveira, que é filho do prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Markson foi encaminhado ao Conjunto Penal de Itabuna – Região Sul Baiana – após ser preso desde o último dia 20, por homicídio qualificado. Ele foi indiciado por torturar e matar um vaqueiro em dezembro de 2006.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) divulgou que ele já havia deixado o presídio e foi levado para o fórum da cidade para ser instalada uma tornozeleira eletrônica e informar o endereço onde cumprirá a determinação judicial.

Após a prisão, a assessoria de imprensa da prefeitura foi procurada, mas informou que Fernando Gomes não iria se manifestar sobre a prisão do filho. Na semana passada o Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), ligado ao Ministério Público Estadual (MP-BA), pediu à Justiça o andamento do caso.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou o cumprimento do mandado de prisão preventiva que estava em aberto desde agosto de 2017. Marksonb foi condenado em primeira e segunda instâncias pelo homicídio do vaqueiro Alexandro Honorato, em Floresta Azul, também no sul da Bahia.

CASO: Segundo informações do MP-BA, Markson Monteiro de Oliveira foi apontado pelos familiares da vítima, como o autor do crime. No dia 27 de dezembro de 2006, Markson prestou depoimento no Complexo Policial de Itabuna e foi liberado.

A polícia concluiu o inquérito em janeiro de 2007, quando Markson Oliveira foi indiciado pelos crimes de tortura, cárcere privado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O documento foi encaminhado ao MP de Ibicaraí, que ficou encarregado de oferecer ou não denúncias à Justiça.

De acordo com o Ministério Público, o mandado de prisão preventiva expedido contra o filho do prefeito, foi datado em 8 de fevereiro de 2007 e tinha validade de 1° de dezembro de 2026. Marcos Oliveira foi condenado pela primeira turma da 2ª vara criminal do Tribunal de Justiça da Bahia a 13 anos de prisão por homicídio qualificado.

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