Boletim divulgado no sábado (31) diz que o quadro de saúde de Walter Casagrande é estável e evolui positivamente. A informação foi passada pelo Hospital TotalCor, em São Paulo, onde o comentarista e ex-atleta está internado desde a sexta (29), após sofrer um enfarte agudo do miocárdio.

Walter Casagrande, 52 anos, “permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com quadro de saúde estável e evoluindo positivamente ao tratamento”, informa o boletim divulgado no sábado.

Na sexta-feira, assim que deu entrada no hospital após sentir fortes dores no peito, Casagrande fez exame de cateterismo e uma angioplastia, cirurgia para desobstrução de artérias.

Até o dia 28 de junho a Embasa estará com inscrições abertas para o Programa Jovem Aprendiz. 85 jovens serão contratados para atuar Região Metropolitana de Salvador e no interior do estado.

Os interessados devem ter entre 14 e 21 anos e se inscrever através de Convênio de Cooperação Técnico-Pedagógico com o Senai pelo site www.fieb.org.br/senai.

É necessário se inscrever na seleção  para os cursos de aprendizagem industrial básica oferecidos gratuitamente pelo Senai, que está disponibilizando 1.489 vagas no total. A Embasa selecionará os jovens aprendizes dentre os aprovados no processo do Senai, através de aplicação de redação, análise do perfil e entrevista ao final do curso de qualificação.

O Corpo de Bombeiros localizou no fim da tarde do sábado (30) os corpos dos três funcionários da obra da Usina Belo Monte, no Pará, que estavam sob os escombros de um dos silos da central de concreto que desabou durante uma operação de descarga de caminhões de cimento.

De acordo com o Consórcio Construtor Belo Monte, que administra a obra, as vítimas Denivaldo Soares Aguiar, José da Conceição Ferreira da Silva e Pedro Henrique dos Santos Silva, atuavam como ajudantes de produção. Em nota, o consórcio lamentou o acidente.  “O CCBM solidariza-se com a dor dos familiares e amigos, e está prestando todo o apoio às famílias”, diz trecho do documento.

Mais três pessoas que foram atingidas no desabamento foram socorridas por equipes médicas do Corpo de Bombeiros. Dois sofreram ferimentos leves e um teve fratura no ombro.

*Com informações da Agência Brasil

(Foto: Arquivo Pessoal)

Registro do casamento de Cecília e Carlos, quatro meses antes do acidente (Foto: Arquivo Pessoal)

Durante aquela manhã chuvosa da quarta-feira (13 de agosto de 2014) a jornalista Cecília Ramos, 36 anos, com apenas quatro meses de casada, teve recebeu a trágica notícia da morte do seu então esposo – Quando um acidente de avião matou ele, o assessor Carlos Percol, o ex-candidato à Presidência Eduardo Campos e mais cinco pessoas. “Não, não é o avião dele!”, repetia pros outros e pra mim mesma durante aquela manhã chuvosa de quarta-feira, 13 de agosto de 2014. Estava no comitê do PSB, em SP, quando vi a notícia do acidente pela TV: um helicóptero havia caído em Santos. Ufa! Um helicóptero… Confesso que deu um alívio. Afinal, eles [Carlos Percol, marido de Cecília e assessor de imprensa, e o candidato a presidente da República Eduardo Campos] só viajavam de jatinho. Um Cessna Citation. Eu mesma já havia viajado quatro vezes nesse bicho – e o Tchinho (como chamava meu marido) segurava minha mão sempre que a aeronave balançava. “Relaxe. Este é o meio de transporte mais seguro do mundo”, dizia. Foi quando meu olho bateu na legenda estampada na tela. Trocaram a palavra helicóptero por jatinho.

Meu Deus! Não, não podia ser verdade. “Se você estiver recebendo essas mensagens, por favor me ligue!”, eu insistia, em WhatsApps desesperados que nunca foram lidos…. É que meu marido NUNCA me deixava sem resposta. Pra você ver: falei com ele pelo celular às 9h21, horário da decolagem. O jatinho caiu às 10h03. Num intervalo de 42 minutos, minha vida virou de ponta-cabeça!
Peguei o primeiro voo pro Recife, nossa cidade natal, junto com uma amiga. Dopada, mas consciente. Já era madrugada quando desembarcamos. No aeroporto, estavam mais de 40 amigos e familiares me aguardando. Logo vi meus pais. Nos abraçamos forte. Estava muito arrasada: nem no meu pior pesadelo poderia imaginar me casar numa cerimônia tão emocionante e cheia de vida e, quatro meses depois, aguardar o caixão do meu marido chegar em um avião da Força Aérea Brasileira.
Tenho lembranças partidas do velório. Populares, autoridades, policiais, familiares e amigos que não paravam de chegar. Eram tantas coroas de flores! “Não aceito”, pensava a todo momento. Hoje a frase mais recorrente é: “Eles não existem mais. Como é que pode?”. Mas nada mudou: continuo não aceitando. Nunca aceitarei. Você apenas coloca a dor numa caixa secreta dentro do peito e vai viver. Precisa viver! Ali, já não conseguia mais chorar. Estava perto de completar 30 horas sem dormir. A presidente Dilma Rousseff veio me abraçar. Lembro das palavras dela, com as duas mãos segurando meu rosto: “Minha filha, que brutalidade!”. Era o que eu sentia: brutalidade. No cemitério, o mesmo filme inacreditável. Queria poder fazer parar de doer e impedir a dor da dona Alzira, mãe dele. Naquele momento, só agradeci a ela por ter criado um homem tão bom, tão lindo, um marido amoroso e parceiro nos quase cinco anos que vivemos juntos. Quis ver tudo. A cobertura do velório, do enterro, a repercussão. Meus olhos ardiam: era cansaço, choro, sono, tudo junto. Até hoje, ninguém me respondeu se ele sofreu. “Foi tudo muito rápido”, é o que repetem. Tomara que seja verdade.
No auge da dor, quis ficar na nossa casa, no Recife, onde se amontoavam presentes de casamento ainda fechados. Senti uma vontade louca de escrever, como fazia pra me comunicar com ele. Afinal, já convivíamos bem com a distância: ele viajava pelo Brasil afora por causa da campanha de Eduardo. Tivemos, inclusive, que encurtar a lua de mel. Londres acabou cortada do roteiro, e ficamos com Paris e Amsterdã. Eu levava numa boa porque sabia o quanto ele estava feliz. “Tu não bota fé. O chefe foi bem demais!”, repetia pra mim ao celular, após a entrevista de Eduardo no Jornal Nacional. Ele estava no Rio. Eu, em SP. Na madrugada do dia 12 pro 13, chorei muito ao telefone. De cansaço, de saudade, de tensão. Fiz uma selfie porque ele queria ver como eu estava. “Tchinha, não fique assim. Falta pouco.” E fui dormir. Cerca de oito horas depois do nosso último “Boa noite. Te amo”, o avião caiu. Mas não aguentei morar lá no Recife, não. Duas semanas depois, voltei a SP. Pra ficar. Comecei na terapia e me joguei no trabalho – me reintegrei à campanha da Marina Silva. Depois, fiz o segundo turno com Aécio Neves.

Foto: Globo Esporte

Foto: Globo Esporte

Em uma tarde de sábado (30), no Engenhão, o rubro-negro baiano não foi conseguiu chegar ao G4 do Campeonato Brasileiro da Série B, e acabou com a série invicta do Rubro-Negro na segunda divisão. O Botafogo começou a partida pressionando o Vitória e abriu o placar antes dos cinco minutos, gol marcado pelo zagueiro Diego Giaretta, de cabeça. Depois, o Alvinegro ampliou o marcador com o gol de Willian Arão, aproveitando cochilo da defesa Rubro-Negra, tocou na saída de Fernando Miguel, garantindo o triunfo no primeiro tempo.

Na segunda etapa o Vitória começou melhor e criou algumas oportunidades de diminuir o marcador. Depois do início superior, o Botafogo voltou a equilibrar a partida. O Botafogo ficou próximo do terceiro gol com a cabeçada de Rodrigo Pimpão que acertou o travessão. O Vitória também teve a chance de diminuir o placar, mas acertou a trave do goleiro Jefferson. O alvinegro, com o triunfo de 2 a 0, encostou de vez no topo da classificação, hoje, ocupado pelo Bahia em virtude do número de saldo de gols. Já o rubro-negro baiano, com seis pontos, encerra a rodada na oitava colocação.

Fotos: Blog do Anderson

Fotos: Blog do Anderson

O Partido Democrata Trabalhista (PDT) realizou o seu Encontro Regional em Vitória da Conquista, durante o encontro que contou com a presença do deputado estadual Euclides Fernandes (PDT), foram apresentado alguns dos nomes que deverão disputar vagas da Casa Legislativa. Os próximos passos do PDT na cidade serão discutidos durante a Convenção Municipal, dia 26 de julho, quando será decidido o novo presidente pedetista da Bahia.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Várias transferências de delegados subordinados a 1a Coorpin – Coordenadoria Regional do Interior, sediada em Feira de Santana foram decididas pela Secretaria de Segurança Pública. Nas mudanças,  o delegado Madson Pereira de Almeida Sampaio, foi exonerado do cargo de Delegado Titular da 2ª Delegacia Circunscricional do Município de Feira de Santana, mas não foi publicado seu novo destino de atuação. A delegada Milena Lima Calmon de Siqueira foi exonerada do cargo de titular da 1ª Delegacia de Polícia.

A delegada Klaudine Passos Silva, foi exonerada do cargo de Delegado Titular I, da Delegacia para o Adolescente Infrator do Município de Feira de Santana, sendo nomeada para o cargo de titular da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE). O delegado Matheus Souza Lima, que exercia o cargo na DTE foi exonerado e assume a titularidade da Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas em Rodovias – Decarga. José Luiz Lapa de Lima, que era o delegado titular da Decarga foi transferido para a 1ª Delegacia de Polícia Territorial do Município de Feira de Santana. Já o delegado Sérgio de Araújo Vasconcelos deixa o cargo de titular da Delegacia Circunscricional do Município de Nova Fátima e assume a Delegacia de Polícia Territorial do Município de Riachão do Jacuípe/15ª COORPIN.

Ludmila na época da novela malhação (Foto: Reprodução/Instagram)

Ludmila na época da novela malhação (Foto: Reprodução)

A atriz Ludmila Dauer, que foi protagonista da temporada da Malhação no ano 2000, conta que mantêm um carinho pela novelinha teen. Hoje aos 31 anos, a atriz é presidente de uma produtora na área de financiamento e produção de filmes e não pretende voltar a morar no Brasil tão cedo. “Eu tenho a sorte de sempre ser convidada para voltar, isso me deixa muito feliz. Tenho a porta aberta no meu país! Agora, para trabalhos de períodos curtos, com certeza”.

Sobre a responsabilidade de assumir o papel principal ainda tão nova, Ludmila afirma que tudo foi uma consequência natural na carreira. “Responsabilidade é uma coisa a que sempre fui acostumada, tanto em casa, como na escola e no trabalho. Sempre gostei de desafios, até hoje sou assim. Interpretar a Joana foi uma satisfação profissional e pessoal”, disse.

Há nove anos morando fora do Brasil, entre Los Angeles e Londres, Ludmila fala com orgulho sobre a amizade mantida com as atrizes Fernanda Souza e Samara Felippo. “Somos muito próximas até hoje. Nada mudou com os anos, nem com a distância. Éramos muito unidas, como uma família mesmo. Eu amadureci muito durante esse período”, revelou.

 

“O erro do PT foi não ter feito a reforma política antes”, desabafou o ex-governador da Bahia e ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT), neste sábado (30), durante a etapa estadual do 5º Congresso Nacional do PT, no Hotel Fiesta, em Salvador. Que aproveitou a oportunidade para criticar a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre financiamento de empresas privadas a partidos políticos. “A democracia brasileira não pode estar refém do financiamento empresarial de campanha. Os partidos políticos têm que ter autonomia pra viver. Tem que haver uma reforma política que abaixe os custos de campanha, como o financiamento público para que os partidos possam ter expressão da vontade popular”, disse Wagner.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A 22ª edição do Projeto Ação Global atendeu neste sábado (30), em Salvador, mais de 23 mil atendimentos durante todo o dia. A atividade teve início as 8h00 e seguiu até as 16h00. A previsão da organização era de alcançar 26 mil atendimentos. Foram oferecidos mais de 40 serviços gratuitos, a exemplo de assistência médica, auxílio-jurídico e emissão de documentos. A organização divulga que houve 7.772 pessoas participando das atividades. Entre os serviços, 2.680 foram na área de cidadania, 2.339 de lazer, 6.731 na área de educação e 10.602 em saúde. Mais de 900 pessoas cortaram o cabelo. A ação contou com a participação de 600 voluntários e teve mais de 40 parceiros.

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