O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, confirmou em um comunicado nesta quinta-feira (14) a saída de dois importantes executivos da empresa. Estão deixando a rede social Chris Daniels, o chefe do WhatsApp, e Chris Cox, o diretor de produto do Facebook, tido por muitos dentro da empresa como um dos executivos mais importantes.

Já no início da nota, Zuckerberg deixa claro que a saída dos dois executivos está relacionada à decisão, anunciada na semana passada, de integrar as diversas plataformas da empresa: Facebook, WhatsApp e Instagram. “Embarcar nessa nova visão representa o início de um novo capítulo para nós. Como parte disso, eu estou triste em compartilhar a notícia que Chris Cox decidiu deixar a companhia”, escreveu ele em um comunicado divulgado internamente e que depois foi compartilhado na página de imprensa do Facebook. “Ao mesmo tempo, conforme embarcamos nesse novo capítulo, Chris Daniels também deixa a empresa”.

O anúncio veio um dia depois de uma instabilidade nas plataformas do Facebook ter sido causada por uma mudança de configuração em servidores da empresa.

Com a saída dos dois, Zuckerberg anunciou a promoção de outros dois funcionários do Facebook: Will Cathcart será o novo chefe no WhatsApp, enquanto que Fidji Simo, que liderava a parte de vídeo do Facebook, será o novo diretor de produto.

“Essa é uma mudança importante conforme começamos a construção da fundação social focada em privacidade do futuro”, disse ainda Zuckerberg.

Não foi informado, porém, quando e para qual unidade federal Lessa e Queiroz serão transferidos. (Foto: Reprodução)

O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, acusados pelo Ministério Público pelos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, serão transferidos para presídio federal. Não foi informado, porém, quando e para qual unidade federal Lessa e Queiroz serão transferidos.

Até a noite desta quinta-feira (14), a dupla estava na Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Em seguida, ambos seriam levados para Bangu 1, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste, onde vão esperar pela transferência para fora do RJ.

Também nesta quinta, Lessa, Queiroz e Alexandre Mota de Souza, amigo de Lessa, foram levados a audiência de custódia em Benfica por terem sido presos em flagrante, na terça-feira (12), por posse ilegal de arma. Na casa de Alexandre a polícia encontrou 117 fuzis incompletos desmontados. Já Queiroz foi preso com uma pistola e Lessa tinha armas em casa.

A juíza Amanda Alves, do Tribunal de Justiça do Rio, decidiu converter as prisões em flagrante do trio em prisão preventiva – por tempo indeterminado. Enquanto Élcio e Ronnie devem ser levados para presídio federal, o destino de Alexandre ainda deve ser definido pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

“O crime em tela merece total reprovabilidade por parte do Poder Judiciário, haja vista que o material bélico e as munições apreendidas, são de alto poder destrutivo, de uso restrito, havendo fortes indícios que o armamento seja utilizado na prática de outras condutas ilícitas de caráter paramilitar”, destacou a juíza na decisão.

Escritor e jornalista foi escolhido, por unanimidade, para a cadeira 11 da ABL. (Foto: Reprodução)

O escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão foi eleito nesta quinta-feira (14), por unanimidade, para a cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ele preenche a vaga que era do jurista e sociólogo Hélio Jaguaribe, que morreu em setembro do ano passado.

Ao longo da carreira Loyola lançou mais de 40 livros, entre romances, coletâneas de contos e de crônicas, relatos de viagens, infantis e infantojuvenis, além de obra para o teatro – recebeu todos os 31 votos possíveis. Atualmente, publica uma crônica quinzenal no jornal “O Estado de S. Paulo”.

Os demais concorrentes à vaga eram Eloi Angelos Ghio D’Aracosia, Placidino Guerrieri Brigagão, José Roberto Guedes de Oliveira, Remilson Soares Candeia, José Itamar Abreu Costa, Marilena Barreiros Salazar, Raquel Naveira, Felisbelo da Silva, Sérgio Caldeira de Araújo, Rodrigo Cabrera Gonzales e Lucas Menezes.

Após a votação, o Presidente da ABL, Marco Lucchesi, fez a tradicional queima dos votos.

A investigação foi iniciada após a dupla registrar a ocorrência de assalto (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Um caminhoneiro e um comerciante foram presos, ontem (13), em flagrante suspeitos de forjarem o roubo de uma carga na cidade de Manoel Vitorino – Região Sudoeste Baiana. Conforme a Polícia Civil, os produtos que eram levados no caminhão foram encontrados dentro do supermercado de um dos suspeitos. Segundo informações da polícia, o caminhoneiro foi identificado como Juliano de Lima Miranda e o comerciante Givalcio Alves de Oliveira. De acordo com a Polícia Civil, a investigação foi iniciada após a dupla registrar a ocorrência de assalto e equipes 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin – Jequié) apurarem que o caminhoneiro havia forjado o crime. A polícia informou que o comerciante foi autuado por receptação, enquanto o caminhoneiro deve responder por furto qualificado. A dupla está à disposição da Justiça e o material apreendido será devolvido aos proprietários.

Foto: Reprodução

As vendas no varejo brasileiro avançaram 0,4 por cento em janeiro na comparação com o mês anterior e subiram 1,9 por cento sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,20 por cento na comparação mensal e de avanço de 0,80 por cento sobre um ano antes.

Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio

Nos protestos que há um ano cobram a solução do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, a pergunta “quem matou?” esteve sempre junta de “quem mandou matar?”. Ao prenderem dois suspeitos nesta semana, a Polícia Civil e o Ministério Público apresentaram sua resposta para a primeira. A identidade de possíveis mandantes é uma das perguntas que vão guiar a segunda fase da investigação, que já está em curso.

O chefe da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, delegado Giniton Lages, deixou claro ontem que as equipes continuam a apuração de outros suspeitos de envolvimento no crime. Apesar de apenas dois mandados de prisão terem sido cumpridos na última terça (12), contra o policial militar reformado Ronnie Lessa, suspeito de atirar, e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, suspeito de dirigir o Colbalt que seguiu Marielle, os policiais civis cumpriram 34 mandados de busca e apreensão. Um dia depois, mais 16 mandados de busca foram cumpridos e cinco pessoas prestaram depoimento, sendo um bombeiro, dois policiais militares e dois empresários.

“O caso ainda está em aberto”, resumiu Giniton Lages, ao apresentar os resultados da investigação na última terça, após um ano de sigilo. O segredo em relação aos dados da investigação vai continuar na segunda fase, adiantou ele, que não descartou a possibilidade de os assassinos terem agido por conta própria. “Se ele [Ronnie Lessa] resolveu da cabeça dele, é uma hipótese, está em aberto. Se ele recebeu para fazê-lo, está em aberto. Por isso que a segunda fase é muito difícil”.

Ontem, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse haver grande probabilidade de que os assassinos tiveram um mandante e informou que a segunda fase contará com técnicas de investigação próximas das usadas contra organizações criminosas, com análise de documentos já apreendidos, oitiva de testemunhas e delação premiada. Os advogados dos dois suspeitos presos, entretanto, afastam a possibilidade de acordos de colaboração e afirmam que seus clientes são inocentes.

A investigação, no entanto, não será mais coordenada na Polícia Civil pelo delegado Giniton Lages, que foi convidado pelo governador para participar de um intercâmbio na Itália para estudar formas de combate a organizações criminosas como a Máfia. Giniton vai ajudar a elaborar um programa de aperfeiçoamento para delegados fluminenses e um programa de intercâmbio no Rio de Janeiro para policiais italianos.

“Convidei porque ele está cansado, está esgotado. É uma investigação que teve um certo esgotamento da pessoa”, disse o governador, que afirmou acreditar que a troca da chefia da investigação não vai prejudicá-la. “Aquela investigação que foi feita, o conhecimento foi compartilhado com outros delegados. Outros delegados têm o mesmo conhecimento de como foi produzida a prova”.

Perfil

Em uma entrevista coletiva concedida nesta semana, o investigador que conduziu o caso até aqui evitou revelar parte das técnicas utilizadas para identificar os suspeitos, para preservar sua eficácia. “Como fizeram um crime praticamente perfeito, tivemos que inverter a ordem das coisas: não é dos vestígios para os autores, mas dos autores para os vestígios”.

O delegado lembrou que não foi possível contar com o relato ou reconhecimento de testemunhas para identificar os criminosos, já que o carro tinha um insufilm escuro, e o atirador usava touca ninja. Imagens de câmeras ajudaram com informações sobre o carro, mas tampouco mostraram os assassinos, que ficaram desde cerca das 17h20 até mais de 21h12, hora do crime, sem sair do carro. Até mesmo informações captadas em interceptações telefônicas e ligações anônimas ao Disque Denúncia se mostraram insuficientes, segundo o delegado, que precisou juntar um pouco de tudo e trabalhar em um perfil dos criminosos, acompanhando passos de suspeitos nos momentos anteriores e posteriores ao assassinato.

O perfil do atirador Ronnie Lessa, descreveu Giniton, inclui ter sido treinado no Batalhão de Operações Especiais (Bope) e também atuação na Polícia Civil. Ronnie mora em um condomínio de luxo na Praia da Barra da Tijuca e, segundo palavras do delegado, “tinha uma obsessão e um desejo de morte” contra pessoas que militam à esquerda na política. Apesar de o indiciamento incluir o agravante motivo torpe, a investigação da motivação do crime continua, inclusive para que sejam identificados possíveis mandantes do assassinato de Marielle, crime que levou também ao assassinato do motorista Anderson Gomes e à tentativa de assassinato da assessora Fernanda Chavez, que estava no carro e sobreviveu aos disparos.

Ao cumprir um dos mandados de busca na última terça-feira contra Lessa, a polícia encontrou peças para a montagem de 117 fuzis do tipo M-16, no endereço de um amigo do PM reformado. A apreensão dos armamentos de grosso calibre foi considerada a maior já realizada no estado, superando a apreensão de 60 fuzis no Aeroporto do Galeão, em 2017. O amigo de Lessa, Alexandre Motta, foi preso. Seu advogado afirma que ele não sabia o que estava nas caixas que Lessa havia pedido para que guardasse em seu apartamento. A defesa de Lessa nega que ele seja dono das armas.

Os nomes de Ronnie Lessa e Alexandre Mota também apareceram vinculados a uma lancha avaliada em R$ 600 mil, apreendida no condomínio de luxo Porto Gallo, em Angra dos Reis. Segundo a Polícia, Mota era laranja de Lessa, e a lancha estava em seu nome. As investigações também apontam que o PM reformado é dono de um terreno no mesmo condomínio.

Carro clonado

Uma das perguntas que a investigação vai buscar responder na próxima fase é o paradeiro do carro utilizado no crime e como se deu seu processo de clonagem. Durante a investigação, os policiais chegaram a conferir 126 proprietários do automóvel Chevrolet Colbalt Modelo LS, cor prata, em toda a cidade do Rio de Janeiro. O carro usado no crime é clone de outro que estava em uma garagem da zona sul da cidade no momento do assassinato. Uma equipe de agentes está dedicada a esse fragmento da investigação, segundo Giniton.

“Quem fez esse carro? Preciso alcançar esse partícipe. Ele terá que ser preso e responsabilizado no caso Marielle”, disse o delegado, que também afirmou que é preciso eliminar de vez a hipótese de haver uma terceira pessoa dentro do carro no momento do crime.

Em um ano, o caso Marielle e Anderson mobilizou 47 policiais civis dedicados exclusivamente a essa investigação. Mais de 5,7 mil páginas foram produzidas, em um inquérito que tem 29 volumes e ouviu 230 testemunhas. O número de linhas telefônicas interceptadas chega a 314.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

O ator australiano Hugh Jackman voltará à Broadway para colocar-se na pele do trapaceiro Harold Hill na nova versão do musical “Vendedor de Ilusões”, um clássico da dramaturga Meredith Wilson, que estreará em 22 de outubro de 2020.

A obra, do produtor Scott Rudin, fará sua pré-estreia no próximo dia 9 de setembro no teatro Shubert na Broadway, de cujos palcos o ator que viveu Wolverine nos filmes da saga “X-Men” esteve ausente por vários anos.

fonte: Agência EFE

Foto: Reprodução

O Brasil deve reforçar na safra 2019/2020 a preferência pelo etanol frente ao açúcar, apesar de a Índia ameaçar a liderança do país no setor no ciclo anterior, que termina em abril, segundo projeções feitas pela consultoria Datagro divulgadas nesta quarta-feira.

“O etanol é um sucesso no Brasil. A substituição da gasolina já chegou a 46%, tanto pela flexibilização dos veículos como pela mistura de combustíveis. Nos Estados Unidos, por outro lado, esse índice não chegou a 10%”, disse o presidente da Datagro, Plínio Nastari, na conferência “Abertura de Safra”, realizada pela consultoria em parceria com o Santander, em Ribeirão Preto.

Fonte: Agência EFE

O Serviço Social do Comércio (Sesc) promove, em todo o país, a terceira edição do projeto Arte da Palavra – Rede Sesc de Leitura. Pesquisa feita pelo Ibope mostrou que 44% da população brasileira não têm o hábito de ler e 30% nunca compraram um livro, .

O projeto do Sesc foi iniciado esta semana e vai percorrer, até dezembro deste ano, 93 municípios, reunindo 84 artistas, entre escritores, poetas, rappers (discurso rítmico com rimas e poesia), contadores de histórias, que vão dialogar com o público durante bate-papos, oficinas e apresentações poéticas. Todas as atividades são abertas à população e gratuitas.

Lançado em 2017, o Arte da Palavra tem uma curadoria coletiva, feita por especialistas do Sesc de todo o país, que seleciona escritores nacionais para participarem do circuito. No ano passado, cerca de 30 mil pessoas foram beneficiadas diretamente.

Com a finalidade de destacar a literatura nacional, o Arte da Palavra se divide em três circuitos. O primeiro envolve os autores e é voltado para a divulgação de escritores. O segundo trata das oralidades e reúne contadores de histórias, saraus e apresentações que mesclam poesia com outras manifestações artísticas. O terceiro circuito abrange a criação literária e será composto por oficinas variadas, com o objetivo de exercitar a prática da escrita em suas diferentes manifestações e criar leitores com maior bagagem cultural.

Um dado curioso é que o projeto leva autores de um estado para se apresentarem em outros, fazendo com que a parte literária circule pelo Brasil inteiro, ao mesmo tempo em que democratiza a cultura e valoriza a diversidade cultural.

O Arte da Palavra 2019 destaca a participação do escritor carioca de livros policiais Raphael Montes, da escritora gaúcha Luisa Geisler, revelada pelo Prêmio Sesc de Literatura, da jovem poeta de Brasília Meimei Bastos, da autora paraense de literatura indígena Marcia Kambeba, do poeta paulista multifacetado André Vallias e do contador de histórias Francisco Gregório Filho.

 

Uma mulher acende velas durante homenagem às vítimas do tiroteio na escola Raul Brasil em Suzano, São Paulo. REUTERS/Amanda Perobelli

A tragédia que chocou o país ontem (13) e transformou a Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, a 57 quilômetros de São Paulo, em um cenário de guerra é um quebra-cabeça em fase de montagem. O tiroteio promovido por dois jovens provocou dez mortes e deixou 11 feridos. A Polícia Civil busca compreender o crime e já sabe que houve um plano meticulosamente organizado.

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campos, disse que policiais coletam depoimentos e provas. Segundo ele, é possível confirmar alguns detalhes sobre o que ocorreu antes e durante do massacre no colégio.

No começo da manhã, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, foram à locadora de Jorge Antonio Moraes, de 51 anos. Lá, eles atiraram contra Jorge, que era tio de Guilherme, e deixaram o local em um carro Chevrolet Onix branco roubado e seguiram para o colégio.

Como ex-aluno da escola estadual, Guilherme pediu para entrar no colégio, por volta das 9h40, e foi autorizado. Era o horário de intervalo das aulas, muitos estudantes lanchavam e vários estavam fora das classes.

Não se sabe em que momento Guilherme colocou a máscara para não ser reconhecido, mas a primeira pessoa atingida foi a coordenadora Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, depois Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, funcionária do colégio. Os dois atiradores estavam juntos logo na entrada.

Com base nos primeiros depoimentos, a polícia acredita que os dois atiradores partiram para o ataque juntos. Quando eles se deparam no Centro de Línguas com a porta fechada e perceberam que estavam encurralados pelos policiais da força tática teriam se desesperado.

A polícia foi acionada por causa do assalto à locadora de veículos e chegou à escola em oito minutos. Ao serem surpreendidos pelos policiais, os dois jovens estavam preparados para entrar em uma sala lotada de alunos. Neste momento, segundo o secretário, um jovem atirou no outro e depois suicidou-se.

Mortos

1. Caio Oliveira, 15 anos, estudante.
2. Claiton Antonio Ribeiro, 17 anos, estudante.
3. Douglas Murilo Celestino, 16 anos, estudante
4. Kaio Lucas da Costa Limeira, 15 anos, estudante.
5. Samuel Melquiades Silva Oliveira, 16 anos, estudante.
6. Eliana Regina de Oliveira Xavier, 38 anos, funcionária da escola.
7. Marilena Ferreira Vieira Umezo, 59 anos, coordenadora pedagógica.
8. Guilherme Taucci Monteiro – 17 anos
9. Luiz Henrique de Castro – 25 anos
10. Jorge Antonio de Moraes, 51 anos, dono da locadora e tio de um dos atiradores

Feridos

1. Adna Isabella Bezerra de Paula, 16 anos
2. Anderson Carrilho de Brito, 15 anos
3. Beatriz Gonçalves Fernandes, 15 anos
4. Guilherme Ramos do Amaral, 14 anos
5. Jenifer da Silva Cavalcante
6. José Vitor Ramos Lemos
7. Leonardo Martinez Santos
8. Leonardo Vinícius Santa Rosa, 20 anos
9. Letícia de Melo Nunes
10. Murillo Gomes Louro Benites, 15 anos
11. Samuel Silva Félix

Fonte: Agência Brasil

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