49 casos da síndrome de Guillain-Barré na Bahia

O comprimido, colocado em um recipiente com água, inviabiliza o criadouro do mosquito por um período de 60 dias. Foto: Arquivo/Agência Brasil
O comprimido, colocado em um recipiente com água, inviabiliza o criadouro do mosquito por um período de 60 dias. Foto: Arquivo/Agência Brasil

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Em balanço divulgado no início da noite desta sexta-feira (17), a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) confirmou que o número de pacientes que contraíram a síndrome Guillain-Barré subiu de 42 para 49 nos últimos quatro dias. De acordo com a Sesab, a quantidade de casos notificados passou de 76 para 101, em menos de quatro dias.

O balanço foi baseado nas informações da Superintendência de Vigilância e Proteção à Saúde (Suvisa). Uma mulher de 26 anos que havia contraído a doença morreu. Segundo a Sesab, dentre os 49 casos confirmados, 47 têm histórico de dengue, zika ou chikungunya. Ainda de acordo com o balanço da secretaria, 23 casos foram descartados, 24 estão em investigação e outros cinco casos foram determinados como de outros eventos neurológicos.

Com 38 casos confirmados, Salvador é acidade mais afetada pela síndrome. Em seguida, Feira de Santana registra três pacientes diagnosticados. Camaçari e Lauro de Freitas têm dois pacientes diagnosticados em cada.

Entre 1º janeiro e 6 de julho deste ano foram notificados 45.538 casos de dengue, 8.906 casos de Chikungunya e 32.873 casos de Zika na Bahia.