Auditores fiscais do trabalho entram em greve

(Foto: Reprodução/ Google Maps)
(Foto: Reprodução/ Google Maps)

COMPARTILHE:

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no google
Compartilhar no email
(Foto: Reprodução/ Google Maps)
Os auditores fiscais rejeitaram a proposta federal de reajuste dividido em quatro parcelas até 2019 (Foto: Reprodução/ Google Maps)

Os auditores fiscais do trabalho da Bahia pararam as atividades, a partir de hoje (17), por tempo indeterminado, de acordo com Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait). A entidade alega que não houve avanço nas negociações da campanha salarial com o governo federal. Os auditores estão reunidos na Superintendência Regional do Trabalho (SRTE/BA), na Avenida Sete.

Ficam suspensos serviços como fiscalização nas empresas, como condições de segurança em obras, além de orientação e mediação trabalhista, homologações, operações de combate ao trabalho infantil e escravo, e suspensão do levantamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). No entanto, casos de riscos graves ao trabalhador serão atendidos. De acordo com a entidade, em âmbito nacional, os auditores aprovaram a entrega de cargos de coordenações e chefias nas áreas de fiscalização e FGTS, trabalho infantil, saúde e segurança do trabalho, que não serão mais ocupados por um profissional da categoria.

Os auditores fiscais rejeitaram a proposta federal, feita aos servidores públicos federais, de reajuste de 21,3%, dividido em quatro parcelas até 2019. Também aponta que o Ministério do Trabalho e Emprego na Bahia (MTE/BA) está sucateado. O Sindicato afirma ainda que há um número insuficiente de auditores fiscais do trabalho na Bahia, no número de 150, para atender a demanda da capital e do interior.