Exclusivo: Justiça mantem prisão preventiva do médico Antônio Marcos, acusado de matar Gabriela Jardim

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A juíza Márcia Simões, da Vara do Júri de Feira de Santana, negou o pedido de revogação da prisão preventiva do médico Antônio Marcos Rego Costa, acusado de matar a ex-companheira Gabriela Jardim, e abandonar o corpo dela às margens da BR-116. Ele está preso desde o dia 3 de setembro.

A decisão de manutenção da prisão do médico Antônio Marcos foi publicada nesta sexta-feira (26). Apesar de manter a prisão dele, a juíza Márcia Simões autorizou a restituição de dois veículos do acusado que estavam à disposição da Justiça.

Com o médico a polícia apreendeu os veículos Frontier, placa policial RCT-4E87, e Honda HRV, de placa PKY-3999. Esses automóveis foram apreendidos por determinação judicial, durante a fase de investigação do caso.

PRISÃO CAUTELAR

O site Olá Bahia teve acesso com exclusividade a decisão eu manteve a prisão preventiva do médico Antônio Marcos. Segundo a juíza Márcia Simões, a manutenção da prisão do acusado tem o objetivo de para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.
“Não se podendo permitir que permaneça em liberdade, por ora, diante da possibilidade de cooptar testemunhas e atrapalhar/interferir na iminente instrução processual”, justificou a magistrada.

O advogado do acusado, Guga Leal, disse ao site Olá Bahia, nesta manhã, que a decisão já era esperada. “Esse pedido foi feito lá atrás, logo da prisão. Mas perdeu o objeto, uma vez que o Ministério Público ajuizou a ação”, disse o advogado.

O CASO

O médico Antônio Marcos Rego Costa é acusado de matar a ex-companheira Gabriela Jardim. A vítima foi casada com ele durante quatro anos e, de acordo com a polícia, os dois viviam um relacionamento com animosidades.
Gabriela foi encontrada morta em estado avançado de decomposição no dia 28 de agosto, às margens da BR-116, em Feira de Santana, após seis dias de desaparecimento e a polícia receber denúncias anônimas. Ela foi achada sem as roupas, da cintura para cima.