Festa em louvor a Santa’Ana começa hoje

Fiéis lotam o largo da catedral Metropolitana para saudar Senhora Sant’Ana. (Foto: Olá Bahia)
Fiéis lotam o largo da catedral Metropolitana para saudar Senhora Sant’Ana. (Foto: Olá Bahia)

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Fiéis lotam o largo da catedral Metropolitana para saudar Senhora Sant’Ana. (Foto: Olá Bahia)
Fiéis lotam o largo da catedral Metropolitana para saudar Senhora Sant’Ana. (Foto: Olá Bahia)

Com a abertura oficial das Portas da Misericórdia, começa neste domingo (17) a festa em louvor a Senhora Sant’Ana, padroeira de Feira de Santana – Região Centro Norte Baiana. O tradicional festejo de caráter secular se mistura com a própria história da cidade, fiéis de todas as localidades e até de outras regiões se deslocam para prestigiar o evento religioso.

Com o tema “Misericordioso como o Pai a exemplo de Sant’Ana”, o evento este ano prestigia o ano santo da Misericórdia, que foi proclamado pelo Papa Francisco, em 8 de dezembro de 2015 e se concluirá no dia 20 de novembro de 2016. “A partir dessa inspiração do Papa, a gente pensou na festa, para assim poder nos colocar na dimensão de viver cem por cento nesse momento de graça”, informou Padre Arivaldo Aragão, pároco responsável pela organização da festa.

A festa terá a abertura oficial na tarde deste domingo (17), com uma inovação, a procissão motorizada, que partirá da Igreja dos Capuchinhos e seguirá em direção a Igreja Matriz de Feira de Santana. Essa será uma das atividades desenvolvidas durante esses dez dias que seguem a celebração. “A cada noite dentro do novenário, nós iremos dedicar a algo especial, como a família, os educadores, trabalhadores, comunicação, religiosos, idosos, juventude, grupos litúrgicos e aos devotos de Sant’Ana”, disse o padre.

Considerado o maior festejo religioso do interior da Bahia, a homenagem a Sant’Ana atrai um fluxo grande de fiéis e isso pode ser observado na procissão, que acontece no dia 26, após a celebração da missa solene oficial. “Este é o ponto de chegada da Festa, essa é uma tradição mantida por mais de um século, então, essa é uma emoção muito grande, porque a gente percebe que o povo que testemunha a fé recebeu isso como herança dos avós e pais”, salientou Padre Arivaldo.

(*Folha do Estado)