Governo diz serem ‘inaceitáveis’ os atos contra senadores

Senadores ficaram por pelo menos quatro horas sitiados em uma van depois de chegarem à Caracas (Foto: Reprodução / Twitter / RichardHBlanco)
Senadores ficaram por pelo menos quatro horas sitiados em uma van depois de chegarem à Caracas (Foto: Reprodução / Twitter / RichardHBlanco)

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Senadores ficaram por pelo menos quatro horas sitiados em uma van depois de chegarem à Caracas (Foto: Reprodução / Twitter / RichardHBlanco)
Senadores ficaram por pelo menos quatro horas sitiados em uma van depois de chegarem à Caracas (Foto: Reprodução / Twitter / RichardHBlanco)

A comissão de senadores brasileiros que foi à Venezuela para tentar visitar presos políticos voltou ao Brasil no início da madrugada desta sexta-feira (19). A comitiva desembarcou na Base Aérea de Brasília pouco depois de meia-noite. Os parlamentares viajaram à Venezuela na quinta-feira (18), mas decidiram retornar ao Brasil sem cumprir a agenda planejada por causa da dificuldade de sair do Aeroporto de Caracas.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (18), o Ministério das Relações Exteriores disse que o governo brasileiro lamenta os “incidentes” que frustaram a visita de senadores brasileiros a opositores presos do regime do presidente Nicolás Maduro. No texto, a pasta diz também que são “inaceitáveis” atos hostis praticados contra eles por manifestantes.

De acordo com a assessoria de imprensa do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que é um dos integrantes do grupo, os senadores tentaram ir a uma penitenciária, mas o trânsito estava muito ruim devido às vias que estavam bloqueadas. Os senadores brasileiros – Aloysio Nunes (PSDB-SP), Aécio Neves (PSDB-MG), Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), José Agripino (DEM-RN), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), José Medeiros (PPS-MT) e Sérgio Petecão (PSD-AC) – foram cercados por manifestantes em Caracas. O grupo foi ao país vizinho para pressionar o governo do presidente Nicolás Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares.

 

Informações do site G1