Inquérito diz que PMs agiram em legítima defesa no Cabula

Reconstituição do crime na Vila Moisés. Foto: Arisson Marinho/CORREIO
Reconstituição do crime na Vila Moisés. Foto: Arisson Marinho/CORREIO

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O inquérito produzido pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), referente à ação da Polícia Militar realizada no bairro do Cabula, em Salvador, no dia 6 de fevereiro deste ano, concluiu que os policiais militares agiram em legítima defesa.

A investigação trata de apurar a ação da polícia militar na localidade de Vila Moisés na qual 12 pessoas foram mortas. De acordo com a PM, os mortos eram suspeitos de envolvimento com organizações criminosas.  Os laudos cadavéricos não atestaram lesões típicas de tiro de encosto ou disparo à curta distância.

O inquérito da Secretaria de Segurança Pública divulgado nesta sexta-feira (3) é contrário a um relatório produzido pelo Ministério Público que concluiu que a ação foi uma “execução sumária”.

Reconstituição do crime na Vila Moisés. Foto: Arisson Marinho/CORREIO
Reconstituição do crime na Vila Moisés. Foto: Arisson Marinho/CORREIO