Léo Áquilla terá casamento de R$ 700 mil

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 “Será uma festa para quase 500 convidados. Só o buffet, que foi um presente de uma amiga, custa R$ 250 mil”, explica Léo
“Será uma festa para quase 500 convidados. Só o buffet, que foi um presente de uma amiga, custa R$ 250 mil”, explica Léo

O casamento de Léo Áquilla e Chico Campadello promete ser majestoso. A começar pelo tema, ‘Realeza’, e pelo valor da cerimônia e da festa, que já ultrapassa R$ 700 mil. Tudo providenciado por patrocinadores e amigos. “Não gastamos um centavo. Depois que o Chico teve os problemas de saúde (ele ficou em coma após uma lipoaspiração), as pessoas se sensibilizaram e ganhamos tudo. Até achamos que teríamos que completar, mas que nada!”, comemora Léo. O casamento –  será realizado amanhã (8), em São Paulo. “Será uma festa para quase 500 convidados. Só o buffet, que foi um presente de uma amiga, custa R$ 250 mil”, explica Léo.

Entre os pedidos dos noivos, está a decoração toda em tons de rosa. “Mas será tudo tradicional, a única extravagância será o meu vestido, que será enorme, de rainha mesmo, com uma coroa enorme. Tudo com zircônias bordadas e exclusivo, do estilista Gugu Fernando, da grife Bela Angela, que me presenteou. A roupa do Chico é uma surpresa até pra mim, não vi nada, mas ele é estiloso”, completa ela. Entre os padrinhos, alguns famosos pela parte da Léo, como Viviane Araújo, Robertha Portella, Karina Bacchi, Sônia Abrão, Leão Lobo e Geraldo Luís. “Não convidei porque são famosos, mas sim porque todos tiveram importância na minha vida”, explica.

Léo Aquilla entrará na igreja pajeada pelos filhos, Vitor, de 20 anos, e Vagner, de 19, e dos dois irmãos.
Léo Aquilla entrará na igreja pajeada pelos filhos, Vitor, de 20 anos, e Vagner, de 19, e dos dois irmãos.

Léo Aquilla entrará na igreja pajeada pelos filhos, Vitor, de 20 anos, e Vagner, de 19, e dos dois irmãos. “Meus filhos adoram o Chico e aceitam nosso relacionamento. Antes eles me chamavam de ‘papai’, num passado bem distante (risos). Mas depois que me assumi como transexual, há cinco anos, me chamam de ‘mamy’. Sempre me respeitaram, são incríveis”, diz Leo, que também tem o apoio da mãe e da sogra – os pais dela e de Chico são falecidos: “Minha mãe está no estilo ‘mãe de noiva’, ansiosa. E minha sogra também, é uma querida”.

Chico tem uma filha de 10 anos, que também lida tranquilamente com o fato de pai se relacionar com uma transexual. “Com ela é um pouco mais complicado, porque tem gente que fala besteira na escola, fica me chamando de ‘gay’. Mas ela me defende. Ela sabe que Léo é transexual, sabe explicar, sabe que as pessoas precisam se respeitar. E a mãe dela também é muito amiga da Léo e isso ajuda”, diz ele. Os dois não pretendem ter mais filhos: “Queremos nos curtir agora”. O casamento tem muitos significados para eles. Primeiro para comemorar a recuperação de Chico. “Vamos celebrar a vida. Aprendi a valorizar pequenas coisas. Tive uma lição de humanidade muito grande. Não conseguia nem escovar meus dentes sozinho quando fiquei internado, tinha virado um bebê, hoje estou cem por cento”, afirma ele.

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