Salvador intensifica ações do Novembro Azul

O objetivo é inserir o homem nas ações de promoção, prevenção e assistência em saúde, além de ampliar a discussão sobre o câncer de próstata. Foto: Reprodução/Mais PB
O objetivo é inserir o homem nas ações de promoção, prevenção e assistência em saúde, além de ampliar a discussão sobre o câncer de próstata. Foto: Reprodução/Mais PB

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O objetivo é inserir o homem nas ações de promoção, prevenção e assistência em saúde, além de ampliar a discussão sobre o câncer de próstata. Foto: Reprodução/Mais PB
O objetivo é inserir o homem nas ações de promoção, prevenção e assistência em saúde, além de ampliar a discussão sobre o câncer de próstata. Foto: Reprodução/Mais PB

Durante todo este mês, a Secretaria Municipal da Saúde de Salvador (SMS) estará mobilizada para o Novembro Azul, com o objetivo de inserir o homem nas ações de promoção, prevenção e assistência em saúde, além de ampliar a discussão sobre o câncer de próstata. Todas as unidades de rede estarão voltadas para alertar a população masculina sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, principalmente na faixa etária entre 40 a 59 anos.

Nas salas de espera das unidades, serão ofertados serviços de saúde como encaminhamento para a realização dos exames PSA e do toque retal, testes rápidos para detecção dos vírus HIV, sífilis e hepatites, aferição da pressão arterial, glicemia, avaliação odontológica. Também serão promovidas palestras educativas, distribuição de panfletos e orientações sobre importância da autocuidado.

Estatística – De acordo com o Ministério da Saúde, o câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais comum entre os brasileiros. Somente em 2014, cerca de 180 homens morreram na capital baiana em decorrência de complicações ocasionadas pela patologia. Entre janeiro e outubro deste ano, foram contabilizados em Salvador 165 óbitos pela mesma causa.

A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Estudos comparativos entre homens e mulheres comprovam ainda que homens são mais vulneráveis às doenças, principalmente às enfermidades graves e crônicas, morrendo mais precocemente que as mulheres, com tempo de vida 7,6 anos menor. Essa ocorrência está associada ao fato de que os homens recorrem menos frequentemente do que a população feminina aos serviços de atenção primária e procuram o sistema de saúde quando os quadros já se agravaram.