Xuxa celebra 58: ‘Pelos olhos do Junno, uma velha muito gostosa’

Xuxa festejou os 4 anos de namoro com Junno Andrade (foto de arquivo)

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Xuxa nunca foi de poupar palavras. Sem tabus, a apresentadora fala sobre qualquer assunto e, autêntica, faz cada vez mais questão de dar voz a seus posicionamentos. “Se você tem a sexualidade mais aflorada do que as outras pessoas, eu acho que você tem que ser mais, falar mais, fazer mais, e ninguém tem nada com isso. Deixa a pessoa ter o corpo que quiser e fazer o que ela quiser. A gente não tem o direito de se meter em uma coisa que se chama a vida das pessoas”, defende.

Xuxa – que completa 58 anos – fala sobre maturidade, pandemia, pressões estéticas e sexualidade, entre outros assuntos. “Só posso falar por mim. Hoje, sou uma pessoa infinitamente melhor como ser humano e como profissional porque amadureci e, principalmente, porque há 30 anos, eu não tinha a Sasha na minha vida. Eu não era mãe.”

“Existe uma virada de chave muito grande para qualquer idade, para qualquer pessoa, quando você passa de filha para mãe. Você começa a ver o mundo de forma diferente, a ver o trabalho de forma diferente, a enxergar as suas oportunidades… Você começa a ver certas situações, coisas que você faria e, depois, pensa, ‘isso eu não deveria fazer porque agora sou mãe’. Aprendi muito, mudei muito e amadureci muito.”

“Sempre fui uma pessoa de viver o hoje. Nunca fui muito de viver fazendo altos planos para o futuro. Tudo que depende de mim, naquele momento, eu faço. Quando alguém fala, ‘ah, amanhã eu acho que gostaria de comer isso’, eu como na hora. ‘Ah, comprei uma roupa’, vou usar na hora. ‘Ah, eu queria ver uma pessoa’, eu já saio, vejo, ligo, chamo. Sempre fui assim na minha vida e continuo sendo. Só que, com a pandemia, existe uma coisa que se chama medo.”

“Não sou muito chegada a aniversário. Não curto muito essa obrigação das pessoas terem que me ligar no meu aniversário, terem que desejar, ‘seja feliz, hoje’. Acho que, quando a gente gosta de alguém, deseja que a pessoa seja feliz hoje, ontem, amanhã, sempre… Em qualquer momento da vida. Não é que eu não valorize, mas não dou tanto valor quando a pessoa fala, ‘feliz aniversário! De coração, eu quero que você seja feliz’. Esse ‘de coração’ eu já não gosto muito porque acho que a pessoa já deveria ter me ligado ontem, anteontem, e desejado de coração que eu fosse feliz, não necessariamente no meu aniversário.” (G1)