Criança sozinha de madrugada em rodovia

PRF encontrou a menina agasalhada, sem sinais de maus tratos (Foto: Divulgação/PRF)
PRF encontrou a menina agasalhada, sem sinais de maus tratos (Foto: Divulgação/PRF)

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PRF encontrou a menina agasalhada, sem sinais de maus tratos (Foto: Divulgação/PRF)
PRF encontrou a menina agasalhada, sem sinais de maus tratos (Foto: Divulgação/PRF)

Na madrugada desta terça-feira (30), no município de Sangão – no Sul de Santa Catarina – uma menina de cerca de 3 anos foi encontrada sozinha no canteiro central da BR-101 pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Tubarão. O fato foi alertado por caminhoneiros, que encontraram a menina agasalhada, sem sinais de maus tratos, na altura do km 363. Tanto a PRF quanto o Conselho Tutelar de Tubarão, para onde a criança foi encaminhada, acreditam na hipótese de que ela tenha saído de casa durante a noite sem que ninguém percebesse.

Policiais improvisaram uma cama, com um colchão, lençóis e edredom, para que ela pudesse dormir (Foto: Divulgação/PRF)
Policiais improvisaram uma cama, com um colchão, lençóis e edredom, para que ela pudesse dormir (Foto: Divulgação/PRF)

O local onde ela foi encontrada, na altura do km 363, fica em um trecho urbanizado da rodovia. Policiais fizeram buscas na região com o objetivo de encontrar a família da criança, mas não obtiveram sucesso. A criança foi levada para o posto, onde policiais improvisaram uma cama, com um colchão, lençóis e edredom, para que ela pudesse dormir.

“Os colegas relataram que ela estava bem vestida, tinha bom estado de saúde e foi receptiva  com os policiais”, contou o policial rodoviário Carlos Possamani. “Ela até corrigiu o próprio nome, quando os policiais começaram a chamá-la pelo nome que haviam entendido”. A menina, porém, não conseguiu explicar aos policiais o que fazia sozinha na estrada.

O Conselho Tutelar foi acionado e buscou a menina por volta das 4h da madrugada. De acordo com o Conselho Tutelar, a criança foi encaminhada a um abrigo de Tubarão. Uma mulher que se identificou como mãe da criança entrou em contato com órgão pela manhã, mas o Ministério Público Estadual ainda precisa averiguar o que realmente aconteceu para tomar a decisão – se a criança continuará no abrigo ou será entregue de volta à família.