Feira permanece sem ônibus até a próxima terça (25)

Portões fechados no Terminal Central de Ônibus. Foto: Ed Santos/Acorda Cidade.
Portões fechados no Terminal Central de Ônibus. Foto: Ed Santos/Acorda Cidade.

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Portões fechados no Terminal Central de Ônibus. Foto: Ed Santos/Acorda Cidade.
Portões fechados no Terminal Central de Ônibus. Foto: Ed Santos/Acorda Cidade.

A população de Feira de Santana fica sem o serviço de transporte público até a próxima terça-feira (25) devido a um impasse entre as empresas de ônibus e a prefeitura municipal. Os empresários tiraram os veículos de circulação no domingo (16) e alegam prejuízo financeiro para continuar operando.

Por conta disso, o governo feirense assinou um contrato emergencial nesta terça-feira (18) com as empresas Auto Ônibus São João Ltda e a Empresa de Ônibus Rosa Ltda, vencedoras da licitação para explorar o sistema de transporte urbano no município. Programadas para iniciar as atividades em seis meses, as novas empresas devem começar suas atuações em caráter de urgência na quarta-feira (26).

Até lá, vans alimentadoras do sistema foram autorizadas pela prefeitura a fazer o transporte nas linhas regulares. Toda a frota de táxi pode atuar como lotação. Os veículos regularizados que fazem o transporte de passageiros dos municípios próximos também foram liberados. A cidade também conta com 500 mototaxistas autorizados.

José Ronaldo apresenta solução em coletiva de imprensa. Foto: Secom.
José Ronaldo apresenta solução em coletiva de imprensa. Foto: Secom.

Em coletiva na tarde desta terça (18), o prefeito José Ronaldo de Carvalho, acompanhado pelos representantes das empresas paulistas, Rodrigo Rosa, da Rosa Ltda, e Gerson Nostri, da São João Ltda, e pelo presidente do Sindicato dos Rodoviários de Feira de Santana, Alberto Nery, apresentou o plano de ação para o período. “O que a gente deseja é que o transporte seja restabelecido no mais curto espaço de tempo”, afirma o líder do executivo feirense.

Os empresários afirmaram que cerca de 170 veículos foram conseguidos com empresas do Rio de Janeiro e de São Paulo e devem demorar alguns dias para chegar ao município. Como o período é emergencial, os ônibus, disseram, são usados e as suas idades variam entre dois e dez anos de uso. Rodrigo Rosa disse que mesmo tendo seis meses para realizar a mudança para o contrato de dez anos, as empresas têm interesse em antecipar a troca dos veículos que serão usados a partir da próxima semana por outros zero quilômetro, como prevê o contrato. Ainda nesta semana situações pertinentes ao sistema local, como o uso do smart card, serão debatidos entre as partes.