Mudanças no comércio informal do Pelourinho

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O ordenamento de ambulantes no centro histórico seguirá o que foi feito em outros locais
O ordenamento de ambulantes no centro histórico seguirá o que foi feito em outros locais

Empresários do ramo hoteleiro, baianas de acarajé e de receptivo, fiteiros, barraqueiros, artesãos, artistas, trançadeiras, monitores e guias de turismo participaram de uma reunião que visa implementar a ordenação de atividades informais no Centro Histórico de Salvador. De acordo com a secretária Rosemma Maluf, o encontro foi o primeiro passo para a resolução de conflitos antigos na região do Pelourinho, seguindo o exemplo de sucesso de ordenamento em outros pontos da cidade.

“Estes encontros integram um plano de ação idealizado pela Prefeitura, dessa vez sendo focado na região do Pelourinho. O primeiro movimento será promover o recadastramento dos cerca de 200 ambulantes já identificados. Em seguida, criaremos um modelo de governança, que consiste em um grupo formado por lideranças de cada segmento informal. Por último, será realizado o ordenamento, a partir de uma criteriosa análise do espaço público e adequação do equipamento às áreas disponíveis”, explica a secretária, que estimou em cerca de 120 dias o tempo previsto para que os comerciantes percebam as primeiras mudanças.

Buscando também aperfeiçoar a atividade profissional do setor informal, a prefeitura de Salvador conta com o apoio do Senac e do Sebrae, que, por meio de oficinas, irão capacitar estes comerciantes para que possam exercer suas atividades de forma coerente com as necessidades do mercado. “Vamos trabalhar a capacitação empreendedora dos ambulantes para que possam se tornar Microempreendedores Individuais (MEIs), ficando aptos à atividade empresarial”, informa a gestora do projeto pelo Sebrae, Idimara Dantas.