Justiça bloqueia bens de ex-prefeita

6864c086b32fd88c9debac4e6a1452c9e833ecb3

COMPARTILHE:

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no google
Compartilhar no email
6864c086b32fd88c9debac4e6a1452c9e833ecb3
Mellina Torres é acusada de ter desviado mais de R$ 15 milhões do município (Foto: Divulgação)

A atual a secretária estadual de Cultura de Alagoas, Mellina Torres Freitas (PMDB), encontra-se com seus bens bloqueados e a quebra do sigilo fiscal e bancário referentes aos anos de 2006 a 2015, por determinação do desembargador Domingos de Araújo Lima Neto, do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). Mellina é ex-prefeita da cidade de Piranhas e acusada pelo Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas, (Gecoc), de junto com outros 12 servidores da prefeitura, ter desviado entre os anos de 2009 a 2012 mais de R$ 15 milhões do município.

Em sua decisão o desembargador citou que o bloqueio total dos bens dos acusados deve ser do mesmo do valor desviado, cujo dinheiro deve garantir a devolução integral dos valores desviados. No despacho, o desembargador determinou o afastamento dos réus do emprego ou função pública que eventualmente ocupem no município de Piranhas. Apesar da decisão do afastamento, os réus não podem ser alcançados quanto à remuneração.

Segundo a promotora de Justiça Adriana Accioly, participaram das fraudes os ex-secretários do Município de Piranhas Cláudio José Monteiro Rêgo, Jauser Pereira de Miranda, Breno George Fernandes Salgado, Klebert Calheiros da Silva, Antônio Bráulio Campos Lisboa, Ronaldo Fernandes Costa Filho e José Cláudio Pereira dos Santos; e os membros da Comissão Permanente de Licitação do Município, Acácia de Freitas Cornélio, Robson Antônio Teixeira, Altamiro Gomes Barbosa, Helberto dos Santos Souza e Josias da Rocha. Entre as irregularidades, encontram-se fraudes à licitação, peculato, peculato furto, falsidade ideológica, falsificação de documento particular, uso de documento falso e formação de quadrilha.